O que a sociedade quer?
(por Lúcio Manga!)
Não estamos prontos para festa. Esta parece uma frase simples, mas a minha perversidade social vai apimentá-la. Adoro desconstruir discursos, mesmo que seja vez ou sempre derrubado por ele. O discurso percorre palavras gastas pelo tempo e transforma-se em argumento. Palavras que são repetidas viram uma novidade. Aí, vendem-se os sonhos de consumo desta sociedade que sequer tem tempo para felicidade. E é justamente desse despreparo que vem o humano social. Esse bicho marcado pela incoerência. Marcado pela ignorância inoperante.






